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terça-feira, 13 de setembro de 2011

NO CAMINHO: AS MÁS CONVERSAÇÕES CORROMPEM OS BONS COSTUMES
















Somos chamados para ser sal da terra, mas, para isto, temos que ser sal mesmo. 

Sal de saleiro velho tem cara de sal, mas não salga nada. 

Jesus era acusado de ser “amigo de pecadores” — e Ele de fato era, é, e sempre será. 

Mas Ele era amigo de pecadores sem andar no conselho dos malucos e de ninguém; não se detinha no caminho dos pecadores que conversavam sobre como pecar e promover o pecado; e também não se assentava na roda dos escarnecedores, fossem eles fariseus, fossem eles publicanos.

O limite entre a amizade de pecadores e a conivência com o pecado é tênue, e, por isto, demanda discernimento.

Sou amigo de todos os pecadores desta vida; comigo todos se abrem sinceramente; sabem que não serão julgados, mas ouvidos e ajudados; porém, todos sabem que é até aí que vou, pois, de outro modo, jamais serei encontrado na roda da besteira e, menos ainda, nas sociais do engano e do ajuntamento frouxo que não tenha me chamado para pregar.

E por quê? Eu me contaminaria?

Ah, jamais! É apenas que não dá. Não dá ficar no meio do besteirol dos “crentes”, como dará para achar graça dos encantos da morte narrados como fofoca e vaidade? Sim, com apreciação ou silencio obsequioso?... E mais: com prazer? 

Jesus ia onde era convidado e não saía carregado por Pedro e João, dizendo enquanto babava de bêbado:
“Vocês viram? Zaqueu vai fazer uma grande oferta! Aleluia!”

Ele ia, mas algo acontecia. E se não acontecesse, nem mesmo o veriam se retirando.

Jesus não tinha humor para a perseverança do engano deliberado e insistente do homem. Ele apenas saía.

Jesus não sorria para a mentira.

Paulo disse que estar em certos lugares e ambientes, demanda que se tenha no ser um ser forte no Evangelho.

Em 1ª Coríntios 5 ele adverte que as más conversações corrompem os bons costumes. Sim, diz que um pouco de levedo corrompe toda a massa.

Paulo tinha certeza que a maioria dos que eram discípulos em Corinto ainda eram pessoas altamente influenciáveis.

E mais: 

Ele enuncia o fato que uma má companhia assumida como sociedade, amizade, relacionamento, etc. — pode ter um poder devastador na alteração do caminho desses cuja consciência ainda seja infantil e em formação no Evangelho.

Hoje vejo muitos “discípulos” que, cansados do tempo em que na “igreja” nada podiam, agora, uma vez sabendo que não é assim, porém, sem terem ainda uma boa e firme consciência fincada no Evangelho, entregam-se, em nome de que são sal da terra e luz do mundo, à tudo quanto Jesus jamais faria ou ficaria para consentir, se estivesse presente em qualquer que fosse o contexto onde estivesse.
Assim, gente sem o Evangelho, mas apenas ainda sem “religião”, vazios de conteúdo, de missão existencial e de gravidade no reino de Deus, posto que antes fossem apenas ratos de laboratório eclesiástico — agora, ainda em equivoco, exercem a liberdade contra si mesmos; como uns eternos bobos, antes por se proibiam de tudo, hoje porque não têm limites em mais nada.

De fato o que se vê são todas as sortes de misturas e alquimias espirituais em processo, com gente se corrompendo por inteiro, enquanto vão se contaminando espiritualmente, posto que associem seus espíritos às formas mais danosas e consentidas de conversações corruptoras.

Aqui mesmo na Internet, se alguém entre na maior parte dos chats que estão disponíveis, se vê como as más conversações, os maus teclados, corrompem muita gente.

Meu apelo a você hoje é um só:

Veja o que tem mudado seu espírito, sua atitude, seu humor, sua disposição interior, abrindo flancos em você, criando espaços vazios, provocando em você a sensação de que você ainda não é ninguém por não ter provado tudo quanto dizem a você estar disponível para experimentar.

Todos nós sabemos como certos relacionamentos estragam a alma de algumas pessoas. Ou como alguns casamentos enfeiam alguém para sempre. Ou como uma companhia que aparece de repente pode mudar alguém para o mal de modo estranhamente súbito. Ou ainda como passar a sentir necessidade de se integrar a um grupo pode fazer a pessoa se tornar outra.

Ora, nesse tempo de tanto buraco no ser, de tanto vazio existencial, de tanta carência emocional e afetiva, de tanto desespero por auto-afirmação — a alma humana, seja a pessoa “discípula” ou não, está aberta para tudo.

Hoje já não há mais nem tentação: é apenas uma questão de “rolar ou não rolar”. 

Aqui em Brasília, mesmo no ambiente dos crentes, hoje eu percebo que de cada 10 meninas entre 18 e 25 a 30 anos, pelo menos 6 ou 7 topam “ficar” com uma amiga de escola, igreja ou grupo, para beijos e atos libidinosos, não porque sejam gays, mas porque são “carentes”, e gostam do “carinho” das amigas.

É um “ministério de bondade libidinosa!”.

E tudo rola na base das más conversações que vão lentamente gerando uma disposição solidária para com o amigo ou amiga... Então vem a ajuda mútua.

Para salgar todos os ambientes da terra a pessoa tem que ser sal de Deus.

Nós, porém, não somos sal de nada, no máximo somos catchup de “igreja”.

É por isto que a moçada serve de molho para os cachorros quentes que estão engolindo... por todos os poros.

Sem Evangelho no coração o suposto encontro dos discípulos com o mundo apenas os torna piores.

Pense nisso e veja quem você é nessa história toda!

Nele, em Quem digo o que digo,

Caio Fábio

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